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Por trás das cortinas: os bastidores da votação da revogação da prisão de Rodrigo Bacellar no Rio de Janeiro.

by Felipe Brito

Após a votação que manteve a prisão de Rodrigo Bacellar, o grupo ligado a ele está revisando os cargos nomeados por aqueles que votaram contra sua liberdade. Muitas exonerações são esperadas.

O deputado Luiz Paulo demonstrou uma postura controversa ao votar contra a prisão de sua colega Lucinha, envolvida com milícia, mas a favor da prisão de Bacellar.

O deputado Marcio Gualberto, de direita, mesmo tendo sido indicado por Bacellar para a Comissão de Segurança, votou contra sua manutenção na prisão, mostrando coragem.

Muitos adversários de Bacellar aproveitaram a votação para se vingar, como Rosemberg Reis, que lembrou da exoneração de seu irmão e votou contra Bacellar.

Por outro lado, Dionísio Lins optou por se abster, mesmo depois de ter um aliado exonerado por Bacellar quando assumiu o governo temporariamente.

O deputado do PSOL, Yuri Moura, inicialmente votaria contra a prisão de Bacellar, mas acabou cedendo à pressão de aliados do político e votou a favor para evitar expulsão do partido.

O deputado Renan Jordy criticou a esquerda por buscar votos em áreas dominadas por traficantes e destacou a presença crescente dela na gestão de Bacellar.

No entanto, Jordy se envolveu em uma confusão ao agredir um bombeiro hidráulico após ficar preso em um elevador da Alerj.

Rodrigo Bacellar provavelmente não voltará a ser presidente e não haverá nova eleição da mesa. Guilherme Delalori assume como presidente interino, mas fora da linha sucessória do governo do RJ.

Essa situação beneficia Cláudio Castro, que agora pode se ausentar sem preocupações sobre as ações de seu substituto.

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